NÃO DEIXE A INFELICIDADE ENTRAR NA SUA VIDA.
“Entrou no meu coração
Um pouco de [in]felicidade
Da qual eu conheço a causa.”Trecho da música “La vie en rose”, Edith Piaf
A busca da felicidade, temática comum em vários filmes, é o “pano de fundo” sobre a extraordinária vida da cantora que nasceu em Paris, e morreu com apenas 47 anos, eternizando, na música, seu talento incomparável.
O filme ‘Piaf: um hino ao amor” destaca os aspectos de uma vida perturbada, considerada muito infeliz. Edith, aos 5 anos, viveu em um prostíbulo, ficou cega em um período de sua infância, perambulou pelas ruas, perdeu a filha Marcelle vítima de meningite, e a dependência ao álcool e a outras drogas provocou problemas hepáticos irreversíveis que motivaram sua morte.
Buscou a felicidade, como todos nós fazemos, tentando o controle de sua própria vida e “saboreando” a satisfação de fazer o que gosta. O filme, que tenta reproduzir detalhes da sua vida, destaca uma insistência em cantar além dos limites da sua frágil saúde física.
Quando parecia ter encontrado a felicidade, na paixão pelo pugilista Marcel Cerdan, um acidente aéreo levou “o amor de sua vida” e a fez mergulhar em profunda depressão e no nefasto abuso de álcool e drogas.
Comentários sobre o filme e sobre a biografia da cantora deixam a impressão que toda esta “carga”, durante sua rápida existência, só poderia ter provocado contínuos momentos de infelicidade.
CUIDADO com os geradores de infelicidade. Seguem alguns deles:
A AVAREZA: associada à posse desmedida
A INTOLERÂNCIA: aversão aos diferentes
A ALIENAÇÃO: desgaste nas relações interpessoais
A INVEJA: que consome o observador da felicidade alheia
E o CIÚME: ligado ao medo de perder.
(texto: Alfredo Cordella)
RELEMBRE EDITH PIAF e assista o vídeo que segue. Música: “Non, Je Ne Regrette Rien” (Não, Eu não Lamento Nada)